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Nova abordagem do problema do crack

O programa De Braços Abertos, iniciado pela Prefeitura de São Paulo em janeiro, na Cracolândia, traz abordagens inovadoras e complexas para o problema da região. A iniciativa considera a humanidade do(a) usuário(a) de crack, superando as linhas convencionais de repressão e internação. Convidamos especialistas que atuam nos campos de saúde e direitos humanos para discutir o programa recém-implantado.

Opiniões

Antes de fazer seu comentário, conheça as diferentes abordagens que publicamos sobre o tema.

  • "Ao contrário, porém, do que pensa a opinião pública e propagam os meios de comunicação, as pessoas não vão à Cracolândia apenas para fumar crack"[leia mais]

    Bruno Ramos Gomes

  • "Ao receber o primeiro pagamento, a maioria dos participantes diz querer economizar para adquirir objetos de uso pessoal. Não houve corrida coletiva ao crack"[leia mais]

    Aldo Zaiden

  • "Durante pelo menos três anos o país conviveu com a fantasia de estar submetido à expansão do consumo de crack – pesquisa da Fiocruz desautoriza tal afirmação"[leia mais]

    Miriam Abou-Yd e Rosimeire Silva

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