O livro faz uma análise dos cartazes de propaganda política ao longo da história e de sua relação com o poder instituído. Desde Luís XIV, um dos primeiros a aproveitar a mão-de-obra artística para distrair o povo, até Hitler e outros políticos modernos, como George W. Bush, vítima dos protestos globais mais criativos dos últimos tempos. Também analisa o significado político, social e cultural de movimentos como o de 1968, que reinventaram protestos de rua. Tem encarte rico em exemplos da criatividade das ruas e guarda um bom espaço para as imagens contra Bush.